Algumas vezes me questiono, por que espero tanto?
Será que alimento algum medo a respeito das possíveis verdades que rondam as pessoas e as coisas?
Neste mês tive uma perda irreversível, entendi o que é a dor da ausência, ela é composta de puro silêncio.
Algumas vezes percebemos o silêncio, estamos imerso nele, mas algo está vivo, alguém registra algo, o silêncio que encobre.
No silêncio que se segue de uma presença que veio a ser ausência, tudo é silêncio, não há sangue correndo nas veias, não há imagens em mente, tudo é silencioso, nem triste, nem feliz, silencioso apenas.
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